Se tudo se encaminhar como seu idealizador – o deputado estadual Ivan Naatz, do PL – planeja, a primeira CPI a ser instalada neste ano no Legislativo estadual é a dos cartórios, para investigar os altos valores cobrados por tais serviços. Ele diz que a média de arrecadação dos cartórios de SC é de R$ 300 mil mensais.
Portaria recém assinada pelo ministro da Educação, Camilo Santana, credencia oficialmente a Escola Superior Imobiliária (ESIM) como a primeira instituição de ensino superior da América do Sul dedicada integralmente à formação acadêmica e à inteligência do mercado imobiliário. Sediada em Florianópolis, iniciará atividades acadêmicas ainda neste semestre, com cursos de tecnólogo, graduação e pós-graduação, presencias, semipresenciais e à distância. O mercado brasileiro reúne atualmente mais de 750 mil corretores de imóveis credenciados.
Ficou pronto para deliberação em plenário projeto relatado pela deputada Ana Paula Lima (PT-SC) que amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias para pais de bebês prematuros. Atualmente, a CLT prevê hipóteses específicas de ausência justificada ao trabalho, como casamento, doação de sangue e comparecimento a audiência judicial, mas não contempla situações relacionadas a complicações no nascimento do filho.
De lavar a alma alguns artigos na grande mídia impressa nas últimas horas, como de Fernando Gabeira, que acusa o STF de se pôr contra o povo. Escreveu: “A nota de Fachin (Edson Fachin, presidente do STF), as manifestações do procurador geral da Republica ((Paulo Gonet) e o post de Gilmar Mendes confirmam a ideia de uma cúpula judiciária unida para se blindar”.
Documento obtido pela “Folha de S. Paulo” diz que ao sancionar a lei estadual que proíbe as cotas raciais nas universidades públicas do Estado (Udesc e Acafe), o governador Jorginho Mello ignorou totalmente parecer contrário da Secretaria de Estado da Educação. O parecer foi enviado dia 12 deste mês à Secretaria da Casa Civil. A lei foi sancionada dia 22. A Diretoria de Ensino da SED argumentou pela
inconstitucionalidade e expôs o que chamou de perigos da medida “num Estado marcado por profundas assimetrias raciais”.
Não foi só pelo convite que o governador Jorginho Mello fez ao prefeito de Joinville, Adroaldo Silva, para ser seu candidato a vice, que escanteou o MDB do governo estadual, que até ontem detinha as secretaria da Agricultura, através do deputado federal licenciado Carlos Chiodini, e da Infraestrutura e Mobilidade, com o deputado estadual licenciado Jerry Comper. Quanto a Chiodini, consta que o governador queria se livrar dele após constatar, em levantamento feito no Congresso, que em seu atual mandato ele votou a favor do governo em 180 projetos que tramitaram na Câmara dos Deputados.
O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, festejou a entrada do seu partido na disputa catarinense com o prefeito de Joinville, Adriano Silva, como candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo governador Jorginho Mello. Postou que a indicação não só evidencia a força do Novo em SC como “apresenta quadros de elevado nível em composições majoritárias muito competitivas”, como Marcel van Hattem no Rio Grande do Sul, Deltan Dallagnol no Paraná e Ricardo Salles em São Paulo.
Uma das grandes surpresas no mercado imobiliário de SC, especialmente em Florianópolis, é a presença de argentinos fazendo investimentos. Mais do que apenas um destino turístico, eles compram principalmente apartamentos ainda na planta na Ilha de SC, nas praias de Canasvieiras, Ingleses, Jurerê e, também e cada vez mais, na Praia do Rosa, em Imbituba. Detalhe: a maioria não chega em busca da “casa dos sonhos”, mas sim de oportunidades de negócios. Vendem assim que o imóvel fica pronto e reinvestem em outro projeto.
Os preços ajudam. Um apartamento estúdio em construção na Ilha de SC pode ser encontrado por cerca de R$ 200 mil ou US$ 38 mil, valor que convertido e comparado, é competitivo com outros mercados turísticos da região. Tão atrativo que um projeto a ser lançado em maio, chamado Puerto Madero, em Jurerê, inspirado no festejado bairro de Buenos Aires, com unidades de US$ 7 mil por m2, tem 24% de vendas para estrangeiros, incluindo argentinos, portugueses, americanos e russos.