Em postagem humorística, a revista “Piauí” fez graça dos argentinos que depois de tirar os ingleses da Copa e reivindicar a posse das Ilhas Malvinas, avançaram geopoliticamente para cima das praias de SC. “Agora, o país de Messi e Milei pede também o termo de posse das praias de Garopaba, Balneário Camboriú e Jurerê Internacional, pedido prontamente atendido pelo Itamaraty”, acrescentando que “se quiser leva de brinde Blumenau, Chapecó e Brusque”, atribuindo esta deferência ao secretário de Comunicação do governo, Sidônio Palmeira.
Estão começando por Criciúma as salutares campanhas pelo voto regional, no caso empreendida pela Associação Empresarial, Câmara de Dirigentes Lojistas e Fórum das Entidades. O lançamento será hoje. A iniciativa apartidária busca incentivar o voto em candidatos que conheçam e representem a região Sul de SC.
Pesquisa da UFSC, feita durante cinco anos, revelou um quadro preocupante sobre as condições de saúde dos professores da rede estadual de ensino de SC. Mostrou que mais de 60% enfrentam algum tipo de problema relacionado à saúde mental. Entre os principais sintomas relatados estão ansiedade (39%), estresse (32%) e depressão, que afeta aproximadamente um terço da categoria. O levantamento também revelou que 28% dos entrevistados já pensaram em suicídio.
Entre as causas estão condições de trabalho e a instabilidade no vínculo empregatício. Atualmente, apenas 29,2% dos professores da rede estadual são efetivos, enquanto 70,8% atuam como admitidos em caráter temporário (ACTs). A pesquisa identificou também altos índices de problemas osteomusculares e vocais. Entre os docentes entrevistados, 62% relataram sofrer com transtornos mentais, 41% com dores osteomusculares e 15% com problemas relacionados à voz. O desgaste físico e emocional também aparece de forma expressiva. Cerca de 83% dos professores afirmaram sentir cansaço extremo, enquanto 57% disseram utilizar medicamentos controlados ou de uso contínuo. Apenas 5% realizam exercícios específicos para preservação das cordas vocais.
SC está entre os 10 estados que mais instalaram energia solar no Brasil nos últimos 12 meses, ocupando a 8ª posição no ranking nacional de crescimento da geração distribuída, segundo levantamento da Solfácil com base em dados da Aneel, coletados em junho de 2026. O Estado registrou cerca de 35 mil novas instalações no período e ultrapassou a marca de 194 mil sistemas de energia solar em operação, acompanhando a expansão da geração própria de energia no país.
Agora falta o governador Jorginho Mello transformar em lei projeto aprovado esta semana na Alesc que proíbe, em repartições públicas estaduais, a fixação daqueles arrogantes e petulantes cartazes de cunho intimidatório fazendo advertência ao público sobre os crimes cometidos contra eles, servidores, com base em três artigos do Código Penal, se forem desacatados. Até poderiam ficar, mas se também incluíssem artigos sobre seus deveres. Se respeitarem, serão respeitados.
Antes tarde do que nunca. Um projeto de lei na Alesc cria a Política Estadual de Estímulo à Arborização Urbana, para diminuir as ilhas de calor ao mesmo tempo que servem para ampliar a contenção, escoamento e drenagem de águas de chuvas torrenciais. São incontáveis as cidades de SC cuja aridez urbana é espantosa.
Entre elas Brusque. Em pesquisa do IBGE, de 2025, sobre a arborização das cidades brasileiros, de acordo com o Censo 2022, ela compareceu como a cidade com menos árvores do país nas ruas de seu perímetro urbano. Só 22% dos seus habitantes moram em ruas com árvores. Depois vem Laguna e Tubarão, em 3º, e Florianópolis em 8º. No Brasil, 66% vivem em ruas arborizadas.
Diante da recorrência de casos de maus-tratos a animais em diferentes regiões de SC entre 2023 e 2025, o Ministério Público de SC lança segunda-feira o projeto MP Guardião da Vida Animal, voltado à indução, estruturação e fiscalização de políticas públicas de proteção animal nos municípios catarinenses. A elogiável iniciativa foi concebida a partir de um estudo sobre dados oficiais da Secretaria de Estado da Segurança Pública, que analisou a taxa de ocorrências de maus-tratos por 100 mil habitantes e elaborou um ranking consolidado dos municípios com maior incidência proporcional de registros no período de 2023 a 2025. A partir dos dados, o MPSC traçou uma estratégia para atuar junto às cidades.