Em iniciativa raríssima, o plenário do Legislativo estadual sustou ação penal movida contra o deputado Jessé Lopes (PL) pelo ex-juiz da Vara de Execuções Penais de Joinville e atual desembargador substituto do TJ-SC, João Marcos Buch. É que numa crítica ao magistrado por conta de um despacho sobre a vacinação de detentos contra a covid-19, em janeiro de 2021, Lopes qualificou-o como “energúmeno”. Conforme os dicionários: trata-se de sujeito sem conhecimento, que age como um boçal; imbecil, ignorante; que possui um comportamento descontrolado; quem se descontrola por excesso de paixão; desatinado. Diante disso o conceituadíssimo juiz não poderia se calar.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou requerimento do deputado Gilson Marques (Novo-SC) que retirou de pauta a proposta de emenda constitucional 221/19, que visa reduzir a carga horária de trabalho semanal de 44 para 36 horas. Foi i aprovado por 30 votos a 25. Apenas as federações PT/PCdoB/PV e Psol-Rede e o governo orientaram contrários à retirada. Caso ocorra a aprovação da PEC pela CCJ, ela ainda terá de passar por uma comissão especial, antes de chegar ao plenário.
O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) conseguiu o apoio de 171 deputados (pelo oito de SC) e a CPI do Abuso de Autoridade do STF e do TSE será protocolada na Câmara nos próximos dias. Parte da adesão decorreu do apoio de mais de 500 mil pessoas que participaram de um abaixo-assinado pela CPI.
O site TasteAtlas, que faz ranking de pratos culinários em todo mundo, publicou uma lista das 10 piores comidas brasileiras. Ela foi montada a partir de 4.900 avaliações feitas por estrangeiros e brasileiros. Estão lá, em ordem decrescente, do menos ao mais indigesto: casadinhos, mocotó, salada de maionese, salpicão de frango, sequilhos, maria mole, quebebe, tareco, arroz com pequi e, em primeiro lugar, cuscuz paulista. Felizmente, desta vez, nada que possa deslustrar o multifacetado paladar dos catarinenses.