COLUNA DE HOJE: 07-06-2017
Doenças incapacitantes
Na condição de relator, o deputado Esperidião Amin (PP-SC), rejeitou projeto de lei que amplia o rol de doenças incapacitantes, que levam à aposentadoria por invalidez permanente. O texto, arquivado, considerava incapacitantes a hepatologia grave, doença pulmonar crônica com insuficiência respiratória, amputação de membros inferiores ou superiores, miastenia (perturbação da junção neuromuscular) grave, acuidade visual igual ou inferior a 0,20 em um ou nos dois olhos, quando ambos forem comprometidos; e esclerose sistêmica. Argumentou que o projeto criaria despesas continuadas para a União, especialmente na Previdência Social, além de se refletir na redução da receita pública com a isenção do Imposto de Renda. Se fosse um relator populista, aprovaria.
Está certo o “Dão”. No Brasil o rol dos que procuram benefícios do poder público não pára de crescer. Até porque, os primeiros prejudicados com esse assistencialismo desmedido serão as pessoas que realmente precisam de auxílio, visto que quando a corda esticar, o corte será amplo, como já vemos nos casos das farmácias populares.
Se fosse um ser humano preocupado com a população que o elegeu ele aprovaria, lembrando que ele é aposentado com 8 anos de governador