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Identificação

11, julho, 2017

Símbolo histórico e turístico da cidade ou equívoco monumental? Um grupo multidisciplinar discutirá a Ponte Hercílio Luz e seu entorno durante workshop de cinco dias esta semana, na UFSC. Alguns números dão a dimensão da sua importância: completou 91 anos em maio, demorou quase meio século para ser paga (até 1978) e foi interditada para o tráfego em 1982. Desde então passou por 11 governadores. Sete grupos, desde ontem, vão propor soluções para a ponte sob diferentes óticas: economica, governança, identidade, lugar, meio ambiente, mobilidade, segurança e inclusão social.

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  1. Léo
    11, julho, 2017 em 07:54 | #1

    Se estudarem um pouquinho, descobrirão que é a mais cara do mundo, em construção e manutenção por metro construído…

  2. Herbert
    11, julho, 2017 em 19:20 | #2

    Ainda vão gastar tempo estudando esse amontoado de ferro velho. É com certeza o ferro velho mais caro do mundo….

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