Amianto

2, agosto, 2017

Às vésperas do julgamento no STF, dia 10, de seis ações sobre a proibição do uso do amianto no Brasil – ainda permitido por lei federal de 1995, que também está sendo questionada – sete empresas, das nove que atuam nesse mercado, já substituíram a fibra cancerígena ou estão prestes a substituir. Se a lei for julgada inconstitucional, a extração terá que parar. A Imbralit, em Criciúma, depois de acordo judicial, deixou de usar a fibra cancerígena em 31 de dezembro de 2015. Em SC o uso foi proibido em janeiro deste ano. Segundo dados da Fiocruz, morreram 3.718 trabalhadores com mesotelioma, câncer causado por amianto, de 1980 a 2010.

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