Patrocínio
26, novembro, 2011
A catarinense Seara renovou o seu contrato de patrocínio com o Santos até janeiro de 2013. A logomarca estampada na camisa do time vai custar R$ 3,5 milhões. Qualquer empresa tem o direito de escolher o melhor para expor sua imagem. Mas esse dinheiro faria uma enorme diferença se fosse investido em um ou mais clubes de SC, Estado onde a Seara nasceu e prosperou.
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Sartori,
deixa o Figueira entrar na Libertadores que os marketeiros babicos que prestam serviço pra Seara se antenem e caiam na real. Empresas familiares (e essa Seara deve ser) não funcionam. Basta um mauricinho herdeiro torcer pro Santos que a babaquice se instala.
Grande empresas quebram por ter em seus quadros de direção mentecaptos com MBA em Harvard. Gurizotes deslumbrados que se acham os Steve Jobs da Ilha da Fantasia… Conheço uma daqui da Grande Florianópolis assim e que foi vendida pra uma multinacional. Vendem frangos….
Isso nao é um “” privilegio “” da Seara…ja vi empresa de SC patrocinar o carnaval da Bahia enquanto o nosso carnaval nao tinha nenhum patrocionio .
Por isso eu sou totalmente a favor de incentivos fiscais a empresas de fora, essas quando se instalam , sempre tem uma “” compensaçao “” que geralmente vem em patrocionio à cultura local .
A multinacional Bunge é um exemplo disso, sempre patrocinando grandes eventos na regiao do Vale .
Adilson falou tudo , muito bem .
Excelente alerta Raul sobre o patrocínio da SEARA ao time de Neymar,no valor de 3,5 milhões.
Essa empresa que começou aqui em SC, pequena, construiu sua história e glória graças ao empenho dos catarinenses, quando resolve apoiar, o faz direcionando recursos a times profissionais de futebol.
Provavelmente o Esporte da cidade de Seara deve estar muito bem, com todas as crianças envolvidas em projetos esportivos, Acadêmias Para Terceira Idade e Escolinhas de Esporte.
Só isso justificaria investimento tão desproporcional e com enfoque social tão excludente.
Que sirva de alerta aos empresários lageanos que, em sua maioria, nada fazem pelos esportistas da cidade, que acreditar em esporte e na juventude, é investir cada vez menos em Segurança Pública e Saúde.
Depois só resta reclamar da falta de segurança nas cidades, como se isso tambem não tivesse reflexo na falta de consciência social das lideranças da região e da Iniciativa Privada.
Marco Aurélio Zaror Cordeiro
Lages SC