“Quebradeira” (2)
A propósito, a Federação das Indústrias de SC avalia a proposta como “um equívoco que pode custar caro ao Brasil” e que espera que a análise no Senado leve em consideração os impactos sociais e econômicos da medida. A entidade estima que ela poderá resultar na perda de 41,4 mil vagas de trabalho em SC nos próximos dois anos, dos quais 19,1 mil apenas na indústria, além de elevar em 11,4% os custos do trabalho no setor industrial catarinense. A Fiesc defende que a negociação coletiva como a ferramenta mais adequada para se discutir redução de jornada e mudança na escala de trabalho.
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