O plenário da Assembleia Legislativa aprovou um projeto muito importante: institui o Programa de Incentivo à Leitura nas Escolas Públicas. De autoria da deputada Paulinha (Podemos) visa a promoção e formação de leitores críticos; a ampliação do acesso aos livros e outros materiais de leitura por meio da distribuição de acervos literários às escolas públicas; o incentivo a criação de espaços de leitura, como bibliotecas escolares e salas de leitura, e a realização de atividades pedagógicas e culturais que estimulem o interesse pela leitura, como oficinas, clubes de leitura, saraus literários e feiras de livros, entre outras.
O Ministério Público de SC se opõe severamente ao abandono dos estudos e tem até uma frente específica para isso, que é Programa de Combate à Evasão Escolar. De 2001 até agora levou 333.431 alunos de volta para as salas de aula, salvando muitos futuros. Um êxito eloquente, resultado de ótima articulação com o Conselho Tutelar, as próprias escolas e a sociedade como um todo.
Nos corredores do Tribunal de Justiça de SC fala-se na “lei do retorno”, a propósito de um ex-integrante da corte, o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, afastado por importunação sexual. A chamada “lei do retorno” é um conceito amplamente difundido em diferentes culturas e crenças. Refere-se à ideia de que tudo o que fazemos – seja bom ou ruim – volta de alguma maneira. Seja pelo karma, pelo destino ou por forças universais. Sim, nossas atitudes geram consequências proporcionais no futuro.
O IBGE divulgou ontem que o Mato Grosso foi o Estado com menor desemprego do Brasil em 2025, com taxa de 2,2%, e SC em segundo, com 2,3%. Índices de Primeiro Mundo. Na outra ponta ficou o Piauí, com 9,3% de desocupados.
Novela que já estava enchendo os tubos na política catarinense, finalmente tem um capítulo resolvido: a deputada federal Caroline de Toni e o vereador carioca Carlos Bolsonaro formarão chapa pura como candidatos ao Senado pelo PL de SC. Quem decidiu assim foi, diretamente da Papudinha, o ex-presidente Jair Bolsonaro, esta semana.
A decisão racha a direita catarinense, já que o governador Jorginho Mello sempre preferiu apoiar a reeleição do senador Esperidião Amin (PP), que ontem veio a público reafirmar que será candidato à reeleição. E o apoio que ele daria, junto com o PP, a Flávio Bolsonaro, para presidente da República, entrou em fase de evaporação. Enquanto isso, os adversários, como o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD) e a esquerda, principalmente o PT e parte do MDB, dentre outros, assistem de arquibancada.
O governo estadual não foi tentar saber mas, até sem querer, está dando a seus estudantes da rede pública um conforto que está longe em muitos recantos do país: o ano letivo de 2026 iniciou esta semana para 522 mil estudantes com sistemas de climatização em todas as salas de aula da suas 1.038 escolas. Em boa parte delas estão também sendo instaladas câmeras de videomonitoramento. A meta é atingir 100% em poucas semanas.
O projeto de lei que o governador Jorginho Mello enviou para a Assembleia Legislativa por estes dias, propondo a criação de um feriado no Dia de Santa Catarina, em 25 de novembro, tem uma particularidade: não atende à reivindicação de nenhuma categoria profissional catarinense. Pelo contrário, já tem total rejeição das principais entidades patronais do Estado.
Em nota de escassas oito linhas, a administração central da UFSC está informando que sua vice-reitora, professora Joana Célia dos Passos, apresentou renúncia ao cargo na tarde desta quarta-feira.