Violência obstétrica
14, fevereiro, 2017
A sanção da lei estadual, inédita no Brasil que tipifica a violência obstétrica e prevê que o Estado deve garantir às gestantes informação e proteção, tem como primeira consequência algo muito bom: o Ministério Público, em conjunto com o Conselhos Regional de Enfermagem (Coren/SC), de Medicina (Cremesc), Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia (Sogi-SC), Poder Executivo, Associação de Doulas e a Rede Cegonha, elaboraram uma cartilha com caráter pedagógico sobre o assunto, que deve ser lançada ainda este mês.
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