A justificativa é que o evento se tornou “local de exposição do corpo, com imagem de nudez, simulação de atos sexuais e manifestações que resultam em intolerância”. Até nas novelinhas de final de tarde na TV isso tudo é insinuado. Não é melhor deixar para os pais ou responsáveis quais espaços seus filhos possam frequentar? Se for assim, que tal uma lei para proibir crianças de ver ou participar de qualquer coisa que seja no carnaval?
No início deste mês a “Folha de S. Paulo” publicou contundente artigo de sua azeda articulista fixa Mariliz Pereira Jorge, afirmando que o Senna Tower, o prédio de 500 metros de altura em Balneário Camboriú, é um “monumento à cafonice” e que “é a prova de que o dinheiro não compra bom gosto”.
Ontem o mesmo matutino paulistano deu vez ao contraponto, abrindo o mesmo espaço para Stéphane Domeneghini, a engenheira responsável pela obra e diretora da empresa Talls Solutions, para dizer que “monumentos como a Torre Eiffel ou o Empire State foram criticados antes de virarem ícones. O mesmo se aplica aqui. O Senna Tower não isola, aproxima; não exclui, inspira. E materializa a capacidade do Brasil de sonhar alto e transformar realidades”. Boa resposta.
Imagina-se o quanto custou para o contribuinte a impressionante evasão de estudantes da UFSC entre 2008 e 2023, conforme levantamento publicado semana passada. Foi de 44% no campus de Florianópolis e de assustadores 59% nos de Joinville e Blumenau. Será que entre outras razões, principalmente econômicas, dos estudantes e suas famílias, está a decepção com a instituição, inclusive quanto à manutenção de suas instalações, muitas delas completamente pichadas? É provável que sim. Buscam-se respostas.
Na sessão especial do Senado, terça-feira, para celebrar os 25 anos da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, sediada em Joinville, o embaixador da Rússia no Brasil, Alexey Labetskiy, informou que desde sua fundação, em 2000, ela já formou 480 bailarinos, muitos deles com atuação em 27 países. Dentre eles a primeira-bailarina do teatro de Kazan, uma das principais cidades da Rússia, Amanda Gomes. A escola tem atualmente 240 alunos, oriundos de 22 Estados.
As defensorias públicas bateram recorde de atendimentos em 2024 – impressionantes 25,9 milhões – mas ainda são insuficiente e desiguais. Apenas 52% das comarcas são regularmente atendidas por elas. Quinze Estados ainda descumprem a Emenda Constitucional 80/2014, que determina a presença da defensoria em todas as comarcas. Dentre eles SC. Em 2024, o gasto médio por habitante com a Defensoria Pública foi de R$ 45,9, mas com grandes variações entre os Estados — de R$ 15,15 em SC a R$ 158,86 em Roraima.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, nunca diz quando fala do número de turistas estrangeiros que estiveram no Brasil de janeiro a abril deste ano, que em SC foram 492 mil, um salto de 67,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior, que registrou 294 mil.
O aipim da Terra Preta de Itajaí, uma variedade única, tenro e adocicado, rápido no cozimento, fácil em colher e descascar, é o próximo candidato a ganhar o sele de indicação geográfica (IG) em SC.
O virtual futuro presidente da Confederação Brasileira de Futebol, o rondoniense Samir Xaud, cuja folha corrida não é lá muito recomendável, já está escolhendo seus vice-presidentes. Não faz parte o ainda um dos cinco vices da entidade, o catarinense Rubens Angioletti. Vai perder o salário mensal de R$ 215 mil, mais 16º salário.