A crescente migração dos crimes para o ambiente digital tem impulsionado a procura pelo seguro de riscos cibernéticos em SC. Nos últimos 12 meses encerrados em março desse ano, a arrecadação do produto no Estado alcançou R$ 5,7 milhões, um crescimento de 8,7% em relação ao período anterior. Conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, os golpes eletrônicos em SC cresceram 9,5% entre 2023 e 2024. A taxa de estelionato eletrônico catarinense chegou a 903,8 casos por 100 mil habitantes, um índice mais de quatro vezes superior à média nacional, de 2006 ocorrências por 100 mil habitantes.
Os impactos financeiros desses ataques também aparecem nos dados do setor segurador. O pagamento de indenizações do seguro cibernético em SC registrou crescimento de 33,3% no acumulado de 12 meses até março de 2026. Segundo o Atlas da Violência 2026, SC consolidou-se como o segundo Estado mais seguro do país em letalidade e vem registrando quedas históricas consistentes nos crimes patrimoniais com violência direta. Ao mesmo tempo, se destaca nacionalmente pelo avanço acelerado dos delitos digitais.
A Associação Catarinense de Imprensa terá chapa única na eleição que definirá sua diretoria para o próximo mandato. Foi homologada a chapa liderada pela jornalista Lúcia Helena Vieira, atual primeira vice-presidente da entidade. Integram a diretoria executiva os jornalistas José Augusto Gayoso, Marco Antonio Bedin, Mariana Baima, João Pedro Alves, Veruska Tasca e Paulo Roberto Fernandes.A eleição será no próximo dia 30.
Apesar de todo discurso, o governo estadual não aplica integralmente os recursos previstos no orçamento para o Programa 730, destinado às ações de defesa civil, que abrangem a gestão de riscos, a prevenção de desastres e o ordenamento da ocupação do solo, divulgou ontem o Tribunal de Contas. Em 2025, foram executados 52,37%, o equivalente a R$ 108 milhões da dotação de R$ 207 milhões, vinculada à Secretaria de Estado de Proteção e Defesa Civil (SDC) e ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil (Fundpec), voltada à gestão de riscos de eventos climáticos. Já no primeiro quadrimestre de 2026, o percentual da despesa ficou em 16,26%, correspondendo a R$ 39.897.997,13.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina agendou para amanhã o julgamento da polêmica lei estadual 19.776/2026, promulgada em abril passado, que passou a permitir que conteúdos relacionados à igualdade de gênero, diversidade, orientação sexual e identidade de gênero nas escolas sejam condicionados à autorização prévia dos pais ou responsáveis.
A lei é alvo de fortes questionamentos de juristas, educadores, especialistas em direitos humanos e entidades da sociedade civil por representar, segundo eles, um retrocesso nas políticas de proteção à infância, na promoção da igualdade e na garantia de acesso à educação integral prevista pela Constituição Federal.
O julgamento é de importância ímpar porque também coloca em confronto diferentes interpretações sobre o papel da família, do Estado e da escola na formação de crianças e adolescentes. A Constituição Federal estabelece que a educação é direito de todos e dever compartilhado entre Estado e família. O texto constitucional assegura ainda a liberdade de ensinar e aprender, o pluralismo de ideias e a promoção do pleno desenvolvimento da pessoa.
O caso ultrapassa as fronteiras de SC e é acompanhado por organizações de direitos humanos, movimentos sociais e especialistas em educação de diversas regiões do país. Isso porque a decisão do TJ-SC poderá servir de referência para outras ações semelhantes que discutem o chamado “veto parental” sobre conteúdos escolares relacionados à diversidade e aos direitos humanos.
A pesquisa Futura Inteligência/Apex Partners, que está sendo divulgadas na mídia e redes sociais de SC, carece de credibilidade quando, nas intenções de voto para o Senado, por exemplo, apresenta o ex-prefeito e senador Dario Berger, que não é sequer pré-candidato, com 11,7%. Gera desconfiança, também, a total ausência do vereador florianopolitano Afrânio Boppè (Psol), como pré-candidato ao Senado.